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5 de junho de 2020

A transformação digital foi acelerada no Brasil em função da pandemia de Covid-19, revela a a 31ª Edição da Pesquisa Anual do Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas, divulgada pelo FGVcia, Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), nesta quinta-feira, 04/06. Uma das medidas imediatas foi a decisão de migrar os pacotes de gestão empresarial.

O estudo mostra ainda que os gastos com tecnologia das empresas ficaram em 8% em 2019, mesmo com a crise econômica, mantendo uma equivalência com 2017 e 2018. Importante lembra que o setor de TIC tem respondido, no mesmo período, por algo em torno de 6% a 8% no Produto Interno Bruto do Brasil. A pandemia de Covid-19, pontuou, vai dar um impulso nos gastos em 2020.

Do ponto de vista de aportes, o estudo revela que as grandes corporações estão dedicando mais recursos para a Governança de TI, Inteligência Artificial e IoT (Internet das Coisas).

Os bancos seguem como os maiores investidores em tecnologia com 15,7% em média. A novidade foi o setor de serviços aportar 11,4% do faturamento líquido em tecnologia. “TI virou pilar dos negócios”, avalia Meirelles. Mas há segmentos que têm muito por fazer, como o setor de indústrias, com 4,8% e o comércio, na rabeira, com 3,8%. A pesquisa da FGV ouviu 2.622 médias e grandes empresas em 2019. Um resumo da pesquisa pode ser acessado em: www.fgv.br/cia/pesquisa